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Oferecemos para quem gosta da liberdade e do gosto pela  aventura maneiras maravilhosas de descobrir um pouco mais de nossa
Mãe Terra.

Imagens apenas quando estiver online
sexta-feira, 09 de maio de 2008 E-mail: info@terramater.com.br

 

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Parabéns mamães & papais                       mamães papais & papais mamães

Leve a mamãe as alturas Self Drive com Balonismo                     

Voar balão é romântico, sensível e proporciona um contato com a natureza maravilhoso, vale a pena experimentar essa aventura leve, suave e emocionante...

            Self Drive saia de São Paulo com calma destino: Boituva a 100 km de São Paulo

Check in no Hotel e este primeiro dia é seu para relaxar.
Ao conhecer a cidade há muitas opções de bares e restaurantes e  opções de balada.
Sugestão dormir cedo, amanha o dia começa cedo para quem vai voar de balão.
O show começa às 6h30 da manhã, com as labaredas competindo com o nascer Sol.
Logo de manhã o ar é mais frio e os ventos mais suaves. Perfeito para voar.

A rota principal de vôo é definida pelo “ leque ’’ de vento do dia. O pouso porém é critério do piloto que escolhe o local. A
duração do vôo é em torno de 40 minutos a 1:20 hs

Na hora do pouso um brinde com champagne.

Respeitando seu próprio tempo retorne a São Paulo.

Inclui:
Acomodação 1 noite Hotel apto duplo com café da manhã
transfer hotel/ local de encontro/hotel
vôo de balão a duração do é em torno de 40 minutos a 1:20 hs
Todo equipamento novo
no pouso comemoração com champagne
resgate feito com caminhonete que retorna ao ponto de decolagem.
e muito divertimento

Não inclui:
transporte ate Boituva
Alimentação

Valor por pessoa: R$ 350

Note: o balão de ar quente é considerado e cadastrado pela FAI (Federação Aeronáutica Internacional) como a aeronave mais
segura do mundo.
      
Preços válidos para maio 2008
Valores sujeito a alteração e disponibilidade de reserva

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Em visita à Africa, a jornalista Juliana Bussab flagrou um labrador que adotou uma leoa, rejeitada pela mãe por nascer com um problema nas patas traseiras. E não foi a primeira...

   Fotos: Juliana Bussab 

 Na província de Limpopo, na África do Sul, em uma das muitas reservas usadas para safáris fotográficos, encontrei uma história de amor que é, no mínimo, curiosa.
  Prince, um "labralata", de mais ou menos 6 anos, não é como os outros cães de estimação comuns. Quando ele vem correndo pelas trilhas em sua direção, você logo toma um susto: ao lado dele vem uma leoa, Chuby, dois anos de idade e três vezes maior do que Prince. E os dois saem rolando no chão e brincam de pega-pega como velhos amigos.                                                  
   Chuby, a leoa, nasceu com um problema congênito nas patas traseiras e por isso foi rejeitada pela mãe. A reserva, que tem um programa de proteção e preservação da espécie, criou a felina em cativeiro. E Prince é a única mãe que ela conhece.

Mas ela não é a única. Ao longo dos anos, Prince adotou diversos leõezinhos, e cuidou de cada um, como cuida sempre, como se fosse seu.

Manso, esperto e amigável, Prince é um cão sem igual. Ainda filhote, os donos da reserva notaram que ele tinha uma afinidade especial com os leões. Desde o primeiro filhote rejeitado pela mãe (e foram muitos), Prince vai junto bancar a babá. E, desde então, vem criando filhotes e mais filhotes felinos.        

É ele quem ensina o leãozinho ainda bebê a desenvolver atenção e reconhecer os perigos. Prince também ensina a socialização com os humanos e, por isso, esses órfãos se tornam confiáveis o suficiente para caminhadas com os turistas. Se é amigo do Prince, é amigo deles também.

Com Chuby, as caminhadas são mais emocionantes. Prince corre na frente, a leoa corre atrás, o alcança, o derruba e os dois começam a brincar. Mordidas, tapas, movimentos traiçoeiros e muita agitação. Quando a brincadeira sai do controle e um dos dois reclama de dor, um dos nativos que acompanha a caminhada tenta separá-los com uma vareta, e balbucia em africânes sua sabedoria: "Errado! Errado! Espécies diferentes". Mas parece que nenhum dos dois está ligando muito para isso...                                                                                                                                                                  fonte: http://itodas.uol.com.br/portal/casa_e_comida/colunistas/juliana_bussab/materia.itd.aspx?cod=3918&canal=387 

 

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